Mulher é presa por bisbilhotar o telefone do marido sem permissão

Um tribunal nos Emirados Árabes Unidos (EAU) condenou recentemente uma mulher a três meses de prisão após o seu marido a ter processado por bisbilhotar o seu telefone sem a sua permissão.

Segundo o homem, tudo se passaria durante a noite,  altura em que a sua esposa bisbilhotava o seu telefone, fazendo cópia do seu conteúdo incluindo fotos e conversas de chat/messenger para que ela pudesse examinar todas as informações posteriormente.

Embora a mulher se tenha defendido dizendo que o marido havia lhe dado a senha para o telefone e permissão para examiná-lo, porque ela já o havia apanhado a conversar com outras mulheres, um tribunal em Ras Al Khaimah considerou-a culpada.

O marido entrou com uma queixa contra a esposa e a polícia chamou-a para interrogatório. Tudo porque ela violou a rígida lei de privacidade dos Emirados Árabes Unidos, que afirma que os casais são proibidos de aceder aos telefones pessoais um do outro sem permissão, mesmo se um deles suspeitar que o outro está a ter um caso.

Este caso foi originalmente relatado em 1 de outubro e, desde então, provocou um debate acalorado nas redes sociais.

Enquanto alguns acham que a mulher teve o que merecia por violar a lei, outros acham que era moralmente errado o marido mandar a esposa para a cadeia por vários meses, mesmo que ela lhe bisbilhotasse o telefone sem a sua permissão.

Condenado à morte vai casar-se com funcionária de uma… funerária!

Um condenado à morte que sobreviveu à execução em setembro de 2015 vai casar-se com funcionária de… uma casa funerária!

Richard Glossip, de 54 anos, vai trocar alianças com Leigha Jurasik, de 21, numa cerimónia a ser realizada na penitenciária de Oklahoma (EUA) onde ele cumpre a sentença.

Os noivos, que sempre estiveram separados pelas barras de ferro da cela e pelos vidros da sala de visitas, terão 30 minutos de lua de mel, com contato físico.

Condenado por homicídio, Richard foi submetido a injeção letal há três anos. Porém um erro na formulação quimica da substância aplicada fez com que ele sobrevivesse. O americano alega ser inocente. Leigha é a líder da campanha que luta pela absolvição do condenado, que tem como apoiantes o Papa Francisco, a atriz Susan Sarandon e o empresário Richard Branson.

Agora, o condenado pode ser o primeiro americano a ser executado com nitrogénio.

“Quando ama alguém, ama alguém. O facto de a família ser contra não o incomoda. Ele é inocente e não deveria estar preso. Isso nunca foi um obstáculo ao nosso relacionamento”, disse Leigha, segundo reportagem do “Mirror”.

O americano foi condenado à pena capital pela morte, em 1997, de Barry Van Treese, dono de um motel em Oklahoma City no qual Richar trabalhava como gerente.

Americano é preso pela 3ª vez por sexo com colchão insuflável

colchaoEdwin Tobergta, de 35 anos, foi preso novamente. E pelo mesmo crime: fazer sexo com um colchão insuflável para piscina, desta vez à beira de uma estrada em Hamilton (Ohio, EUA), de acordo com uma estação de televisão.

Outras prisões de Edwin:

2011 – apanhado num beco a fazer sexo com um colchão rosa que ele furtara a um vizinho;

2013 – preso por sexo com o mesmo colchão rosa. Desta vez, em casa. Mas algumas crianças acabaram por ver o ato bizarro.

Não foi esclarecido se a terceira vez foi com o mesmo colchão insuflável.

Em 2002, ele já havia sido detido por ter feito sexo com… uma abóbora insuflável!

Americano é preso após pagar acto sexual com raspadinha premiada

O norte-americano John J.G. Trotter, de 22 anos, foi preso na semana passada em Waterford, no estado da Nova Jersey (EUA), acusado de dar uma raspadinha premiada no valor de 5 dólares (3,60€) e outros 35 dólares (25€) em dinheiro para um outro homem lhe fazer sexo oral.

O jovem foi detido acusado de incentivo à prostituição. O outro suspeito não foi encontrado pela polícia. O incidente foi registado no dia 28 de setembro. A polícia recebeu uma denúncia de que dois homens estavam numa actividade suspeita num parque da cidade.

Trotter terá que comparecer a uma audiência no tribunal em 21 de outubro.

Agricultor que conduzia burro foi preso por conduzir com excesso de álcool

Um agricultor de 34 anos foi detido, na passada quarta-feira, pela GNR de Celorico da Beira, por conduzir sob o efeito de álcool. O veículo era um burro com uma carroça atrelada, tendo o condutor acusado 2,84 g/l no teste efectuado pelos militares, conta o «Correio da Manhã».

Jorge Rodrigues foi libertado e presente ao tribunal local. Vai ser julgado brevemente.

O artigo do Código Penal que pune a condução sob o efeito de álcool não é explícito quanto a casos de condutores de veículos com tracção animal.

Fonte: Correio da Manhã