Chorar faz bem à saúde

chororoVejam só? Parece que chorar é bom.
É o que diz o bioquímico William Frey, da Universidade de Minnesota. Ele estuda a fundo os efeitos das nossas lágrimas. Num dos seus estudos, a equipa de Frey avaliou o sistema imunológico, os níveis de stress e raiva, e o humor dos chorões. E chorar melhorou o humor de quase 90% dos voluntários. Também fortaleceu o seu organismo e reduziu o stress.
Além disso, as lágrimas contêm altos níveis de magnésio, potássio e prolactina. E a produção dessas três substâncias ajuda a, respectivamente, diminuir o “mau” colesterol , controlar a tensão arterial, e fortalecer o sistema de defesas do corpo.

“Os químicos que produzimos durante um stress emocional podem sair pelas lágrimas”, explica Frey. “Stress não aliviado aumenta o risco de enfarte e danifica certas áreas do cérebro. A habilidade humana de chorar tem um valor de sobrevivência”, conclui.

Não é bom? Podem comemorar, chorões, vocês são mais saudáveis que os “durões”.

Concurso de menor pénis, volta este ano nos EUA

menor penisNo ano passado foi um sucesso. Então, o King’s County Bar, no bairro do Brooklyn, em Nova York (EUA), decidiu realizar a segunda edição do concurso de menor pénis da região.

Os candidatos serão avaliados em traje de noite e em traje de banho. Nicholas Gilronan (na foto), vencedor do ano passado, disse ao “Huffington Post”, que a disputa é “relaxada e divertida”. (Vencedor de concurso de menor pénis diz-se ‘orgulhoso’)

A organização diz que o evento é para pessoas “seguras e com senso de humor”. A cantora Miley Cyrus foi contactada para ser jurada. O prémio não é muito grande: 200 dólares (cerca de 144€).

Estudo conclui que os canhotos são mais mal humorados

Um estudo, conduzido pela psicóloga Ruth Propper, da Universidade de Merrimack, nos EUA, mostrou que, em pessoas canhotas (as ambidestras também entram na dança), as duas metades do cérebro comunicam-se de forma levemente diferente do que nas destras.

Por consequência disso, acabam por interagir mais com as áreas que produzem emoções negativas, o que torna os canhotos mais sujeitos a variações de humor – tendendo para o mau.

O estudo, publicado no Journal of Nervous and Mental Disease, aponta que, além da diferença biológica, as frustrações “por viver num mundo feito para destros” – onde tudo, é desenhado, na maior parte das vezes, “sem levar os canhotos em consideração” – também ajudam a tornar os dias dos canhotos um pouquinho mais cinzas.

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