Google Maps provoca o divórcio de casal peruano

Um marido divorciou-se da sua esposa depois de descobrir fotos “íntimas” dela com outro homem no Google Maps.

O homem estava a planear uma rota quando viu uma imagem da sua esposa sentada num banco de jardim com a cabeça dele no sue colo e a acariciar-lhe o cabelo.

As fotos haviam sido feitas aquando da passagem de um carro com a câmara da Google na capital peruana, Lima. O marido chocado disse que a foto lhe chamou a atenção após notar que a mulher da foto parecia estar  a usar exatamente as mesmas roupas que a sua esposa possuía.

Ironicamente, ela foi fotografada com o seu amante nm banco perto da Ponte dos Suspiros de Barranco (Ponte dos Suspiros do Desfiladeiro).

A história remonta a 2013, o homem confrontou furiosamente a sua esposa com a evidência de sua infidelidade.

O casal, cujos nomes não foram revelados, divorciaram-se mais tarde após a mulher ter admitido ter tido de facto um caso e de ser ela mesmo nas ditas imagens do Google Maps.

França manda empregado ignorar e-mail do patrão após expediente

trabalhoAs entidades empregadoras não poderão mais bombardear os seus funcionários com mensagens e e-mails no tempo destinado ao descanso. Essa é uma das condições do novo acordo trabalhista na França, que garante aos funcionários dos setores de tecnologia e consultoria o direito de ignorar e-mails relacionados com trabalho após o expediente.

O acordo foi firmado entre empresas e sindicatos do setor. Entidades patronais não poderão mais entrar em contato com o funcionário, nem por telefone nem por e-mail, no tempo destinado para o descanso.

De acordo com o jornal “The Guardian”, o acordo afeta milhões de empregados nos setores de tecnologia e consultoria, inclusive as filiais francesas de Google, Facebook e Delloitte. Os funcionários terão de resistir à tentação de olhar para o material relacionado ao trabalho nos seus computadores e nos seus smartphones. E as empresas devem garantir que não vão pressionar os seus funcionários a contrariar o acordo.

Isso tudo foi resultado da constatação de que a maioria dos chefes no país tendiam a invadir as vidas domésticas dos seus funcionários a qualquer hora do dia ou da noite, fazendo com que o total de horas trabalhadas se prolongasse além das 35 horas semanais estipuladas pela lei francesa, desde 1999.

Erro de pesquisa no Google leva americano a ser perseguido como bombista

pesquisa googleTodos nós reconhecemos que a internet sem o Google não seria a mesma coisa. Larry Page e Sergey Brin revolucionaram o mundo da internet. Pois, mas não foi só isso que revolucionaram.

Que o diga Jeffrey Kantor, um homem que trabalhava para o governo americano e que viu a sua vida mudar de um momento para o outro. Tudo porque, umas semanas antes do aniversário do filho e pensando num presente para lhe oferecer, usou o motor de busca Google para pesquisar por ‘How do I build a radio-controlled airplane’ algo como “Como construir ao avião telecomandado”. Como sabemos o Google tem a função autocomplete (autocompletar) e mal o americano escreveu How do I build a radio-controlled  o Google sugeriu logo  ‘how do I build a radio controlled bomb’, algo como “Como construir uma bomba telecomandada”. Sem se aperceber da sugestão “malévola” o homem carregou no Pesquisar. Não reparou que a função autocompletar da pesquisa Google, havia completado “bomb” (bomba) em vez de “airplane” (avião).

Foi o fim do seu sossego. Desde então, Kantor ficou sob vigilância constante, com todos os seus movimentos físicos e virtuais rigidamente controlados pelo governo, pensando que ele era um potencial bombista.

Ele recorreu à Justiça, dizendo ser regularmente visitado por dois investigadores federais, que o tem ameaçado com observações anti-semitas. O recorrente alega também que, depois de sofrer assédio moral de superiores e colegas, incluindo ameaças de morte, foi demitido da empresa onde trabalhava a Appian Corporation.

Kantor agora pede uma indemnização de cerca de US$ 58,8 milhões de dólares (cerca de 42 milhões de €) por danos de vários tipos. Acresce ainda uma providência cautelar para que o Estado pare de imediato de o espiar.

Jeffrey Kantor iniciou o processo contra a empresa que o despediu, alegadamente por causa da busca no Google, a Appian Corporation. Mas para além da empresa Kanror tem demandado uma série de funcionários do governo – incluindo o procurador-geral Eric Holder, o diretor dos Serviços de Inteligência dos EUA James Clapper, o diretor da CIA, John Brennan, o secretário de Defesa Chuck Hagel e o secretário de Estado John Kerry .

Veja aqui a ação principal:PDF

Imagens insólitas (e comprometedoras) captadas pelo Google Street View

Nada escapa ao olhar indiscreto do Google Street View. Recentemente, em Manchester (Inglaterra), o serviço de localização do Google flagrou uma mulher a masturbar um homem num beco deserto (1ª foto). A imagem, obviamente, tornou-se viral. Mas os flagras não são exclusividade dos ingleses e dos seus becos sinistros. Veja abaixo outros registos indiscretos:

Um nudista muito tranquilo no seu jardim

 

Flagra em Madrid (Espanha)

 

A sair de uma sex shop

 

Ela estava a andar apenas de lingerie e sapato de salto alto (ao lado acompanhada)

 

Eu Taiwan, a mulher de topless escolheu a hora errada para ir à janela

Casal a curtir-se no meio da rua nos EUA

Um passeio com a boneca insuflável

 

Policia aborda um nu numa rua da China

 

Na Rússia, o serviço semelhante ao Street View flagrou um homem a trair a noiva (à direita na foto)

 

A contratar um serviço ‘qualificado’

 

Na Espanha… wc atrás do carro

 

Ela parece estar a gostar…

 

Um japonês a “testar” o sutiã da jovem

Indiscreto, o Google…

 

 

Estudante descobre na Internet que é acusado de homicídio

E se ao fazer uma pesquisa no Ggogle, pelo seu nome, descobri-se que era procurado pela polícia por ter cometido um homicídio? Pois, foi o que aconteceu a um estudante, Zachary Garcia, da Flórida, Estados Unidos. Ele fez uma pesquisa pelo seu nome na Internet e descobriu que estava a ser procurado pela polícia por homicídio!

A primeira reacção do jovem foi ligar para a mãe para comunicar o mal entendido. «Fiquei muito chocado quando vi a minha fotografia e o artigo a dizer que era acusado de homicídio», acrescentando «fiquei chateado porque alguém disse que eu tinha feito algo que não tinha feito», disse Zachary Garcia, citado pelo jornal «Huffington post».

Zachary Garcia contactou a polícia e descobriu que o verdadeiro assassino se chama Zachery Garcia, com “e”. Mas valeu para o susto, pois o jovem pensou que ia ser expulso da faculdade e perder o emprego.

A polícia local não quis comentar o caso. As imagens de Zachary multiplicaram-se no Google depois do ocorrido. O verdadeiro acusado continua desaparecido.

Com informações de huffingtonpost.com