Cuidado homens… Está aí o “pénis de inverno”. O orgão pode ficar 50% mais pequeno

O tempo frio pode fazer com que os pénis encolham, diminuam as ereções e causem dificuldade em atingir o orgasmo. Quem o diz é uma especilista.

Cuidado homens, e por consequência, cuidado mulheres!  Annabelle Knight, especialista em sexo e relacionamentos, disse ao jornal online Metro (Metro) que “Os vasos sanguíneos do pénis se fecham por causa das temperaturas baixas”, dando origem ao chamado “pénis de inverno”.

“Os homens podem esperar que o seu pénis se retraia em até 50% de comprimento e 20% a 30% de grossura quando o tempo fica frio”. Annabelle acrescentou que, quando o clima está mais frio, o corpo redireciona o calor e a energia normalmente disponíveis para os órgãos vitais no interior do corpo.

“O corpo tem que reduzir o fluxo sanguíneo para os seus apêndices – seus dedos das mãos e pés, e o seu pénis. Os testículos também se retraem e se elevam mais perto do resto do corpo para que eles também possam manter-se aquecidos”.

O tamanho não é a única coisa afetada pelas mudanças das estações.

Annabelle disse que o clima frio também torna o orgão mais insensível o que significa que ele fica menos sensível a qualquer tipo de toque. Também pode levar os homens a demorar mais tempo a atingir o orgasmo, não apenas porque se sentem fisicamente frios, mas porque sentir frio é “perturbador”, acrescentou Annabelle.

Ainda estamos no Outono, mas…

Prémios Ig Nobel de 2018 – Os prémios”que primeiro fazem rir, depois pensar”

Este galardão é uma sátira dos prémios Nobel e destacam pesquisas “que primeiro fazem rir, depois pensar”. Ela é organizada pela revista satírica Anais das Pesquisas Improváveis e entregues  na Universidade de Harvard em Cambridge, Massachusetts.

Uma análise do valor nutricional do canibalismo, um estudo sobre como tratar pedras nos rins andando em montanhas russas e uma pesquisa sobre as vantagens de se vingar de um chefe com bonecos de vodu foram alguns dos vencedores do prémio Ig Nobel de 2018, anunciados nesta quinta-feira (dia 13).

Vamos aos vencedores da 28ª cerimónia do Ig Nobel 2018:
Ig Nobel da  Medicina: a dois pesquisadores americanos por um estudo publicado em outubro de 2016 sobre os benefícios de passeios em montanhas russas para acelerar a passagem de pedras nos rins. O estudo calcula a velocidade com que as pedras se deslocam nos rins de passageiros que escolhem os assentos da frente e nos de passageiros que ficam nos vagões de trás.. de uma montanha russa.

Ig Nobel da Nutrição: foi para investigadores do Reino Unido, Tanzânia e Zimbábue por calcularem o valor calórico de uma dieta de canibalismo humano. A conclusão foi de que a dieta canibal tem muito menos calorias que dietas carnívoras tradicionais. “Nós não somos muito nutritivos”, disse o arqueólogo britânico James Cole.

Ig Nobel daAntropologia: foi premiado um estudo que mostra que chimpanzés imitam humanos com tanta frequência e tão bem quanto humanos imitam chimpanzés, conduzido por pesquisadores de sete países europeus e da Indonésia.

Ig Nobel da Química: foi para um grupo de pesquisadores portugueses que analisou o poder de limpeza da saliva humana. Eles concluíram que ela é um bom limpador para alguns tipos de superfícies.

Ig Nobel da Economia: uma equipa de investigadores do Canadá, da China, de Cingapura e dos EUA  com uma pesquisa sobre o uso de vodus para se vingar do chefe.   

Ig Nobel da  Educação Médica: o pediatra Akira Horiuchi, afirmou que ganhar um Ig Nobel ajuda a chamar atenção para estudos que, como o seu próprio, poderiam ser ignorados. Na sua pesquisa, Horiuchi fez uma colonoscopia em si mesmo para demonstrar que não é preciso temer o procedimento. O pediatra do Hospital Geral de Showa Inan, no Japão, usou um colonoscópio para crianças e permaneceu sentado, em vez de assumir a postura deitada, tradicional para o exame. Diz dele que, se este estudo ajudar a salvar uma vida que seja, já valeu a pena e é o melhor prémio.


Akira Horiuchi

Ig Nobel da Medcina Repredutiva: John Barry, Bruce Blank e Michel BoileauJohn Barry, Bruce Blank e Michel Boileau, pelo uso de selos postais para testar se a ereção noturna de homens com impotência estava a ocorrer dentro dos conformes.

Ig Nobel da Paz. Francisco Alonso, Cristina Esteban, Andrea Serge, Maria-Luisa Ballestar, Jaime Sanmartín, Constanza Calatayud e Beatriz Alamar, por medir a frequência, a motivação e a percepção de risco dos condutores que gritam e insultam no trânsito. Basicamente o prémio foi para a  tentativa de entender as discussões de trânsito.

Ig Nobel da Literatura. Thea Blackler, Rafael Gomez, Vesna Popovic e M. Helen Thompson por documentar que a maior parte das pessoas que usa equipamentos complicados não lê o manual de instruções antes de fazê-lo.

Os vencedores do Ig Nobel recebem uma nota de 10 trilhões de dólares do Zimbábue, o que equivalente a alguns cêntimos, e os prémios são entregues por vencedores do Prémio Nobel. Os vencedores tiveram que viajar por conta própria para Massachusetts, nos Estados Unidos, para receber o prémio na Universidade de Harvard.

A cerimónia de 2018

A “saliva é boa para limpar superfícies sujas” dizem investigadores portugueses

O estudo “Saliva humana como agente de limpeza para superfícies sujas” valeu o prémio da Química para investigadores portugueses.
Quem já não tentou limpar algo com a sua própria saliva que atire a primeira pedra… Agora, tal prática já tem fundamento cientifico.

Um estudo científico, feito por três investigadores portugueses veio agora provar aquilo que já muita gente desconfiava. A saliva é um bom agente de limpeza. Valeu-lhes um prémio Ig Nobel da Química.

Num artigo publicado no Journal Studies in Conservation, Paula M. S. Romão, Adília M. Alarcão e César A. N. Viana analisaram a “saliva humana como agente de limpeza para superfícies sujas”. Nesse texto, os três cientistas portugueses defendem, de acordo com o resumo do estudo, que “o uso de saliva humana para limpar superfícies sujas tem sido uma prática intuitiva para muitas gerações”.

“Os autores”, adianta o resumo, “estabeleceram as bases científicas para essa prática por meio de testes qualitativos e técnicas cromatográficas”. Para o efeito, “o alfa-amilase [α-amylasewas] foi o constituinte principal responsável pelo poder de limpeza da saliva e, portanto, as preparações amilásicas obtidas a partir do pão ou de microrganismos foram testadas como substitutos da saliva.” Estudo: aqui.

Todos os prémios:  Prémios Ig Nobel de 2018 – Os prémios”que primeiro fazem rir, depois pensar”

Tem pedras nos rins? Investigação diz que andar em montanha-russa cura!

Uma investigação americana que procurou demonstrar que andar em alguns tipos de montanha-russa é uma maneira eficaz de remover pedras nos rins. Quem o diz é  a dupla de investigadores americanos Marc Mitchell and David Wartinger.

Com este estudo ganharam inclusivé o IgNobel da Medicina 2018 (uma sátira aos Prémios Nobel). Os investigadores concluíram que para quem sofrer de pedras nos rins, o melhor é andar regularmente em montanhas russas!

O professor David Wartinger, da Faculdade de Medicina Osteopática da Universidade Estadual de Michigan, avançou com esta investigação depois de um dos seus pacientes ter regressado de férias na Disneylândia, na Florida, e ter contado ao investigador que uma das suas pedras nos rins tinha saído após um passeio na Big Thunder Mountain, uma montanha-russa que recupera o ambiente dos velhos westerns.

Ora, estamos mal em Portugal quanto a isto. A quantidade de montanhas russas do país é reduzida ou nula… Já pelos EUA há mais de 400 parques de diversão e, segundo um Roller Coaster Census Report, há 767 montanhas-russas (651 em aço, 116 em madeira). Estudo: aqui 

Todos os prémios:  Prémios Ig Nobel de 2018 – Os prémios”que primeiro fazem rir, depois pensar”

Notícias boas fazem bem à saúde, comprovam pesquisas científicas

Notícias boas e otimismo fazem bem à saúde mental, física e ajudam a melhorar os dias das pessoas. É o que mostram pelo menos cinco pesquisas científicas.

Os estudos foram feitos em anos diferentes pela Universidade de Londres, Universidade de Harvard, Bayer, JP Harrell e Huffington Post.

As pesquisas foram reunidas e publicadas esta semana pelo portal norte-americano GoodNews Network para mostrar como as emoções positivas e a as notícias boas podem inspirar a nossa vida.

JP Harrell

Um estudo realizado por JP Harrell, em 2000, descobriu que, quando os participantes assistiam concentrações de notícias e conteúdos positivos, diminuíam os seus níveis de stress e ansiedade.

Huffington Post

Por outro lado, um estudo do Huffington Post e do investigador de Harvard, Shawn Achor, mostrou que, se as pessoas assistissem de 3 a 4 minutos de notícias negativas, 27% dos participantes teriam maior probabilidade de ficar deprimidas durante as seguintes 6 a 8 horas do dia.

Universidade de Londres

Num estudo com cerca de 3 mil adultos saudáveis, a Universidade de Londres descobriu que as pessoas que relataram humores positivos apresentavam níveis mais baixos de cortisol – a hormona do stress que leva à hipertensão, ao sistema imunológico enfraquecido e até à obesidade abdominal.

No estudo, as mulheres que relataram mais emoções positivas foram menos propensas a inflamações crónica, que estão relacionadas com doenças cardíacas e cancerígenas.

Os autores do artigo publicado no American Journal of Epidemiology em 2008 disseram: “As pessoas precisam reconhecer as coisas que as fazem se sentir bem”.

Um estudo holandês de homens idosos descobriu que aqueles que foram identificados como “otimistas” tiveram 50 por cento menor risco de morte cardiovascular durante o estudo de 15 anos.

Universidade de Harvard

Investigadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard descobriram que o otimismo reduz as probabilidades de desenvolver doenças cardíacas e a taxa de declínio pulmonar à medida que envelhecemos.

Eles seguiram 1300 homens de 60 anos durante dez anos. “A função pulmonar diminuiu significativamente mais rapidamente em pessimistas, mesmo levando em conta os principais fatores de risco biológico”.

O cirurgião Dr. Christiane Northrop diz que os nossos sistemas nervosos não foram projetados para lidar com uma descarga diária de más notícias que contém o pior da humanidade. A inundação é demais para a maioria das pessoas.

Bayer

Um estudo de 2005 da Bayer concluiu que 93% dos americanos desejavam mais boas notícias, e 77% acreditavam que não havia notícias boas o suficiente oferecidas pelos grandes média.

O estudo também mostrou que as pessoas acreditavam que elas são mais produtivas em seus empregos depois de ouvir boas notícias.

Via: Notícia Boa

Pesquisa afirma que ficar em segundo é melhor que ficar em primeiro!

Num estudo sobre a vida de atletas medalhados olímpicos, o professor Adam Leive constatou que não terminar em primeiro pode, após, motivar a procura por sucesso profissional.

Já ouvimos muitas vezes a expressão “os últimos serão os primeiros”. Talvez isso seja apenas uma frase feita para motivar pessoas a não desanimarem em função de eventuais fracassos, é verdade. Mas, quando se trata da comparação entre o primeiro e o segundo – ou o primeiro dos últimos? – lugares, uma pesquisa recente mostra que há uma base real para não ficar triste se ficar em segundo.

Professor assistente da Universidade da Virgínia, Adam Leive publicou no Journal of Health Economics um estudo que compara a evolução na vida pessoal e na vida profissional de atletas que foram primeiro ou segundo colocados em Olimpíadas de 1896 e 1948. Leive constatou que, em geral, ganhar a medalha de prata resultou em destinos mais prósperos do que o observado para os medalhados com o ouro.

O recorte histórico feito por Leive é importante porque aborda o período em que os atletas eram amadores. Ou seja, as suas vidas não eram, ou eram em escala bastante pequena, influenciadas pelo sucesso desportivo. Naquela época, tanto os vencedores quanto os segundos colocados voltavam para casa a precisar procurar um emprego “comum”. 

Mas ficar com a medalha de ouro ou de prata parece ter servido para mudar o rumo de vida daqueles atletas. Leive observou que 70% dos atletas analisados que ficaram em segundo lugar nas competições conseguiram tornar-se trabalhadores profissionais, depois disso, enquanto apenas 20% dos vencedores no desporto conseguiram tal feito. O restante ficou com empregos semiprofissionais ou se tornaram vendedores de comércios populares.

Os segundo colocados também alcançaram maiores salários e tiveram, em geral, uma vida um ano mais longa do que a dos seus então competidores, segundo a pesquisa.

Pesquisa: bodes sentem-se atraídos por pessoas felizes

Uma pesquisa britânica concluiu que os bodes se sentem atraídos por pessoas felizes

Os bodes conseguem reconhecer pessoas felizes e sentirem-se atraídos por elas. Este é o resultado de uma recente pesquisa feita pela Queen Mary University, de Londres (Inglaterra).

Os cientistas usaram na experiência 20 bodes do Buttercups Sanctuary for Goats, em Kent (Inglaterra). A uma distância de 4 metros, eles tiveram contato visual com duas fotos da mesma pessoa: uma com expressão neutra e outra com sorriso no rosto.

Os bodes dirigiram-se à foto da pessoa feliz.

O estudo sugere que bodes usam o hemisfério esquerdo do cérebro para processar emoções positivas.

“O estudo tem implicações importantes sobre como interagimos com animais do campo, porque a habilidade dos animais perceberem as emoções humanas não estão limitadas aos animais de estimação”, afirmou Alan McElligott, que liderou o estudo, em relato na revista “Royal Society Open Science”.

O investigador Alan McElligott e um dos bodes investigados

Mulheres que dormem muito fazem mais sexo

O que é que mulheres, sono e sexo tem em comum? Nada? Não…

Sobretudo o sono e o sexo podem, à primeira vista, parecer antagónicas, mas um estudo recente comprova que ambos estão muito mais ligados do que aparentam.

Um grupo de investigadores da Universidade de Michigan, após passarem duas semanas a analisar os hábitos de sono e sexo de 171 mulheres jovens, concluíram que as que dormem mais têm uma vida sexual mais movimentada.

Segundo a pesquisa, cada hora a mais dormida correspondia a 14% a mais de probabilidade de uma delas fazer sexo no dia seguinte. Além disso, as que dormiam mais também apresentavam níveis de excitação maiores em relação às que dormiam menos.

A pesquisa foi conduzida por David Kalmbach,  que ainda deu uma boa dica aos casais: “para ter uma boa vida sexual, é bom o casal ter cuidado para não dormir pouco”.

Resumo do estudo: aqui.

Outras:

Dormir sem roupa traz mais felicidade aos casais

Dormir pouco faz engordar até 1kg por semana

Dormir em certa posição pode ajudar a sonhar com sexo

Masturbação (extrema) mata 100 pessoas por ano na Alemanha

Uma pesquisa feita na Alemanha revelou que a cada ano cerca de 100 pessoas morrem no país por causa da… masturbação.

A principal causa apontada pelo legista Harald Voss é a falta de oxigenação no cérebro durante um perigoso ato conhecido como asfixia autoerótica, que consiste em deixar de respirar para aumentar a intensidade do orgasmo durante a masturbação, usando, por exemplo, saco plástico na cabeça ou corda apertada no pescoço. O jogo sombrio, muitas vezes, acaba em tragédia. Chama-se asfixiofilia.

Voss acredita que o número de mortes ligadas à masturbação seja maior, contou o site “The Local”. Segundo ele, vários incidentes não são relatados por causa da vergonha sentida pelos familiares do morto.

As vítimas variam de 13 a 79 anos, dos dois sexos. O número de mortos, entretanto, é maior entre homens. Voss afirmou acreditar que as mulheres sejam “mais cautelosas” durante asfixia autoerótica.

Entre 80 e 100 pessoas em todo o país morrem acidentalmente todos os anos devido a práticas de masturbação arriscadas, descobriu o estudo.

O ator americano David Carradine morreu em 2009, aos 72 anos, vítima de asfixia autoerótica, num quarto de hotel em Banguecoque (Tailândia). Suspeita-se também que Michael Hutchence, vocalista da banda australiana INXS, tenha morrido da mesma maneira. O corpo nu do astro do rock foi encontrado num quarto de hotel, em Sydney (Austrália), com um cinto no pescoço, em 1997.
Via: The Mirror

Outras:

Masturbação a bordo leva avião a fazer aterragem emergência

Decisão de juiz “autoriza” masturbação em público na Suécia

Masturbação frequente pode prevenir cancro da próstata

Ciência: comer no McDonalds pode curar a calvice

Um grupo de cientistas japoneses conduziu estudo cujos resultados poderão ser uma descoberta inovadora.

E se a cura da calvice estivesse na Mc Donalds!? A cura da calvície pode ser um “elemento secreto” no menu do McDonald’s. Um estudo da Universidade Nacional de Yokohama, no Japão, segundo o “Daily Mail”, concluiu que um produto químico usado nas batatas fritas da rede de fast food pode fazer com que surjam novos folículos capilares.

Testes em laboratório com ratos deram resultado positivo. Os roedores ganharam folículos capilares novos que, em poucos dias, produziram cabelo.

O agente químico é o dimetilpolissiloxano, que é acrescentado às batatas do McDonald’s para que, quando são fritas, não façam espuma no óleo.

“É muito permeável ao oxigénio e, por isso, o resultado foi muito bom, permitindo a criação de 5 mil folículos de cabelo simultaneamente”, explicou o professor Junji Fukuda. “É uma técnica muito promissora. O cabelo regenerado tem o ciclo de vida de um cabelo normal. Todos os testes indicam que vai funcionar com células humanas também”, acrescentou ele.

Facebook é pior para a sociedade do que o McDonald’s

Um inquérito conduzido pela Honest Data, pedia às pessoas que, perante uma lista, escolhessem a empresa que teria tido um pior impacto na sociedade. As escolhas recaíram em: Marlboro, Walmart, Facebook, McDonald’s e Coca-Cola.

Os resultados foram:

  1. 43% dos inquiridos escolheram a empresa Marlboro
  2. 27% dos inquiridos escolheram a Facebook
  3. 21% dos inquiridos escolheram a McDonald’s
  4. 18%.dos inquiridos escolheram a Walmart
  5. 16% dos inquiridos escolheram a Coca- Cola

Por outro lado, 36% das pessoas escolheu a opção “nenhuma das empresas da lista”.

De entre as “tecnológicas” o Facebook foi citado destacadamente:

  1. 37% Facebook
  2. 27 % Twitter
  3. 7% Google
  4. 6% Netflx
  5. 4% LinkedIn

53% das pessoas escolheu a opção “nenhuma das empresas da lista”.

Segundo Tavis McGinn, fundador da Honest Data, em artigo publicado no LinkedIn os mais recentes dados não são uma “total surpresa”, dada a publicidade negativa que o Facebook tem recebido nos últimos meses, nomeadamente no que concerne o seu papel na difusão de notícias falsas [fake news], questão que levou a rede social a encetar uma série de alterações na plataforma.

Mark Zuckerberg, fundador da rede social, no dia 31 de janeiro, afirmou que estas mudanças “reduziram em 55 milhões de horas o tempo que as pessoas passam no Facebook”.

“Na esfera pública, as pessoas começam a questionar o impacto a longo prazo do Facebook no bem estar psicológico das pessoas. Vários crimes violentos e suicídios foram ‘transmitidos’ em direto no Facebook. E vários investidores iniciais e funcionários do Facebook questionaram se a rede foi desenhada para ser aditiva e se pode causar lesões cerebrais a longo prazo (especialmente nas crianças)”, acrescenta.

Um estudo da APA PsycNET aponta que vários utilizadores das redes sociais tem a tendência para desenvolver depressão, ansiedade e tendências suicidas. Segundo o jornal Business Insider, o estudo procura mostrar que não são apenas dois fatores correlacionados. Ao invés, as redes sociais conduzem efetivamente a sentimentos negativos.

“Infelizmente, 2017 foi um ano duro para o Facebook. Em 2018, estamos focados em tornar o Facebook não só numa ferramenta de diversão, mas também em algo bom para o bem-estar das pessoas e da sociedade. Estamos a fazer isto ao encorajar conexões entre as pessoas com significado em vez da passividade do consumo de conteúdos”, disse Zuckerberg na sequência da apresentação dos resultados do quarto trimestre.

Via: 24.sapo.pt

“Conversas” durante o sono são normalmente desagradáveis e até ofensivas

Sofre de sonilóquio? Hã!? Se você fala enquanto dorme, então sofre de um distúrbio do sono chamado sonilóquio! Apensar de não ser preocupante, pode ser um indicador da existência de outros problemas. É mais frequente em crianças e em homens.
Chegou-se, entretanto, à conclusão que quem fala enquanto dorme pode ser desagradável e até ofensivo. O que diz, claro!

Pesquisas realizadas pela Dra. Isabelle Arnulf trouxeram alguma luz sobre o que dizem os “conversadores do sono” e as notícias não são boas: as “conversas” podem ser desagradáveis e até ofensivas. Basicamente ou dizemos absurdos completos ou porcaria!

A pesquisa, foi feita recorrendo à análise do sono de 232 adultos (129 dos quais tinham transtorno do comportamento do sono, 87 habitualmente sonâabulos e com pesadelos , um que tinha apneia do sono e o resto não apresentava distúrbios relacionados com sono).

Todos os participantes foram gravados enquanto dormiam ao longo de algumas noites e as conclusões foram:

  • Palavra mais comum: Não! (24% das conversas no sono tem conteúdo negativo);
  • 22% das conversas tem conteúdo desagradável;
  • Quase 10% de todos os episódios de conversa do sono envolveram palavrões, com ‘fuck’ (o estudo não foi feito em Portugal senão palavara seria outra 🙂 ) a ser dita 800 vezes mais frequentemente no sono dos participantes do que quando estavam acordados.

Mas não são só notícias más! O mesmo estudo garante que apesar de estarmos a dormir a nossa gramática continua sólida!

“O que agora sabemos é que falar no sono é muito parecido com falar acordado, em termos de gramática correta, com orações subordinadas e silêncio para que outros possam responder, como na conversa acordado”, acrescentou a Drª Arnulf .

“As diferenças são qualitativas: o idioma noturno é negativo, tenso, mais vulgar e dirigido a alguém, não a si mesmo.

Tem comichão do lado esquerdo? Coce do lado direito!

Quando a comichão aperta lá estamos nós a coçar! Não há como evitar. A comichão pode ser definida como uma sensação desagradável que provoca o desejo de coçar o local da comichão. Ela é atenuada por “arranhões”.

Pensando nisso, ou talvez não, seis investigadores alemães (Christoph Helmchen, Carina Palzer, Thomas Münte, Silke Anders e Andreas Sprenger) da Universidade de Münster, no noroeste da Alemanha, propuseram-se ir mais além no estudo da comichão. Estudo útil dirão uns, estudo estúpido dirão outros. Sim, realmente não foi um estudo convencional.

O objetivo do estudo foi, resumidamente, testar se os mecanismos centrais de atenuação da comichão induzida por “arranhões” podem ser ativados coçando no membro contrário ao membro onde se encontra a comichão. Confuso? Basicamente o estudo tentou provar se tivermos uma comichão no braço (por exemplo no esquerdo) se coçarmos de lado direito se a comichão atenua! E sim, chegaram à conclusão que sim! Mas o estudo foi feito, “enganando” os pacientes, ou melhor, induzindo-os em erro, utilizando um espelho. Os pacientes foram colocados de frente a um espelho, foi-lhe provocada a comichão num dos lados e por causa do espelho eles foram induzidos a coçar no lado contrário, o que atenuou a comichão.

Resumo do estudo aqui.

De que lado da cama dorme? Isso pode definir que tipo de pessoa é…

camaSabia que o lado que dormimos na cama pode revelar características sobre a nossa personalidade e/ou vida? Já foram feitos vários estudos nesta matéria tendo chegado a conclusões curiosas.

Bem vamos então a um resumo dos dados obtidos através de alguns estudos sobre o lado que dormimos na cama:

Pessoas que dormem do lado direito:

  • 9% de chances a mais de preferir sua própria companhia a estar na presença de outrem;
  • 7% mais propensas a acordar mal-humoradas;
  • 5% a ser pessimistas;
  • 3% a desgostar de seus empregos;
  • tendem a ganhar mais do que quem passa a noite do lado oposto;
  • 18% dos amam o trabalho (contra apenas 31% dos que dormem do lado esquerdo);

Pessoas que dormem do lado esquerdo:

  • 8% mais propensas a ter amigos e a gostar de seus trabalhos;
  • 4% mais inclinadas a acordar de bom-humor;
  • 9,5% a mais de chances de ter uma visão positiva da vida em geral;
  • mais capaz de enfrentar as pressões do trabalho e dias stressantes
  • dois terços daqueles que dormem do lado esquerdo são mais calmos numa crise de relacionamento;
  • têm mais confiança e são mais susceptíveis a ficar em um trabalho fixo;
  • 31% dos amam o trabalho (contra apenas 18% dos que dormem do lado direito).

Dormir sozinho ou acompanhado?

O estudo descobriu também que 36% dos britânicos gostam mais de dormir sozinhos do que acompanhados, e metade desses colocou o ronco do cônjuge como razão para a preferência.

Provado: “Still Loving You” dos Scorpions causou “baby boom” em França

scorpionsDecorria o ano de 1985 e os números de nascimentos de bebés subiu para além da média na Europa e sobretudo em França. Parece brincadeira, mas a música “Still loving you”, da banda alemã Scorpions, lançada em julho de 1984 é considerada a principal causadora desse aumento de nascimentos em 1985.

A coisa é tão séria que o próprio Governo francês fez chegar às mãos dos compositores Rudolf Schenker e Klaus Meine dados oficiais que provam que ocorreu um aumento considerável de partos em 1985, cujos bebés foram concebidos nos meses seguintes ao lançamento da música em julho de 1984. Esta música manteve-se meses e meses no primeiro lugar dos tops de vendas em praticamente toda a Europa e, óbviamente, na França. Portugal não foi excepção. Só a título de curiosidade, até hoje e só em França, o single vendeu cerca de um milhão e setecentas mil cópias.

Ninguém sabe ao certo o que de fato ocasionou tantos nascimentos. Alguns dizem que foi a melodia envolvente, outros a letra, alguns outros o arranjo romântico mais forte, e a maioria diz que foi a interpretação perfeita do vocalista Klaus, que emociona com o poder da sua voz marcante.

Só por curiosidade o próprio filho do vocalista Klaus Meine, Christian Meine, também nasceu em 1985…

Para os mais novos aqui fica o vídeo para verem, mas sobretudo ouvirem, do que estou a falar. Para os outros, a recordação: