Mães descobrem troca de bebés 5 meses depois destes terem nascido

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20 de maio de 2017 é o dia que está a provocar uma guerra de mães (por causa dos filhos) com um hospital no Brasil

Francielli Garcia de 24 anos e Erivania Danfel, de 25, deram à luz a 20 de maio de 2017, separadas por alguns minutos no Hospital Regional de Alta Floresta, Mato Grosso (interior do Brasil). Eram duas mães como outras quaisqueres e não se conheciam.

Quando Francielli Garcia (à esquerda na foto), teve alta e foi para casa apercebeu-se de que a pulseira de indetificação que o “seu” bebé tinha no braço tinha o nome de outra mãe e não o dela. Ligou para o hospital a contar o sucedido que terá traquilizado a mãe dizendo para não se preocupar pois não tinha havido nenhuma confusão.

Mais, o hospital na altura até lhe terá dito que Francielli aguardasse que a outra mãe se manifestasse, caso visse o nome dela na pulseira do bebé que lhe foi entregue e estranhasse também. “Mas ela nunca se manifestou e, por isso, nunca mais fui atrás dela. Quem vai imaginar ou querer uma situação dessa pra si?”, questionou.

Foi a 3 de outubro (quase 5 meses depois) que as “peças” se juntaram. Franciellli relatou ter visto o filho biológico na sala de espera de um centro de saúde de Alta Floresta, ao colo da outra jovem, quando esperavam ambas por consultas de rotina dos bebés. Segundo ela, o bebé tinha a mesma fisionomia do marido dela, o que lhe chamou a atenção.

Foi aí que tudo começou a fazer sentido quando juntou os dois acontecimentos: as pulseiras com nomes diferentes e o bebé parecido com o marido.

Ambas começaram a conversar e descobriram que ambas tinham passado pelo meso, ou seja, a pulseira do outro bebé também tinha um nome que não correspondia à mãe verdadeira.

Francielli Garcia descobriu que o filho que criava na altura há 5 meses não era o seu filho biológico! Ela andava há 5 meses a criar um filho que não era seu e a outra mãe a mesma coisa. Partiram para os exames de DNA que confirmou a troca de bebés. O caso é acompanhado pela Ministério Público local.

Convivência
Francielli afirmou que, atualmente, mantém contato com o filho biológico, assim como a outra família também tem livre acesso ao filho que está com ela. Ela procurou o Ministério Público local para desfazer a troca, mas tal ainda não aconteceu.

“A cada dia que se passa, dói mais. Amo os dois filhos como ninguém, coração de mãe cabe sempre mais um, só que a minha maior vontade é ter o meu filho biológico de volta aos meus braços o mais rápido possível”, disse.

Ela ressaltou, porém, que quer manter contato com a outra família, mesmo após a situação ser resolvida. “Temos dois filhos agora, um de sangue e outro de leite. Sabemos que teve negligência vindo do hospital e não queremos nos beneficiar com essa situação. Só queremos que tudo se resolva da melhor maneira possível”, afirmou.

O Hospital não está muito pelos ajustes quanto ao reconhecimento do erro mas após o exame de DNA ficou sem grnades argumentos…

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