Francês encontra 165 mil euros enterrados no jardim

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dinheiro_eurosUm francês encontrou enterrado no jardim de sua nova casa um saco plástico contendo 165 mil euros. Mas, nem tudo foram rosas.

O homem tentou utilizar o dinheiro no comércio da cidade de Mérignac e foi preso. Com isso, acabou por relançar as investigações sobre um homicídio cometido há quatro anos na mesma residência. O crime não havia sido solucionado por falta de pistas. Na altura, um homem de 37 anos, que morava na propriedade, foi morto a tiros em frente da sua casa durante a madrugada.

O actual morador havia-se mudado para esta casa em janeiro de 2010.

Ele decidiu fazer obras no jardim e foi dessa forma que encontrou, enterrado a algumas dezenas de centímetros de profundidade, o saco contendo 165 mil euros em notas de 50, 100 e 500 euros, segundo a edição de ontem (quinta-feira) do jornal Sud-Ouest.

Graças a essa descoberta inesperada, o francês imaginou que poderia melhorar o seu nível de vida e realizar outras obras na casa.

Ele secou o dinheiro, já que as notas estavam bastante húmidas, o que indicaria que elas teriam permanecido enterradas por um longo período.

O francês decidiu fazer um teste para descobrir se o dinheiro seria verdadeiro ou não e foi a um supermercado no centro de Bordeaux fazer compras com uma nota de 100 euros.

Mas, no momento do pagamento, a caixa do supermercado pensou que a nota, desgastada e praticamente sem os filigranas de segurança, era falsa e alertou seus responsáveis, que chamaram a polícia.

O francês foi preso e revelou à polícia ter encontrado, por acaso, o saco de dinheiro no jardim de sua casa. Os serviços da brigada financeira examinaram a nota de 100 euros e concluíram que o dinheiro era verdadeiro.

O homem, cuja identidade não foi revelada, deu o seu endereço à polícia, que rapidamente fez uma ligação com um crime não resolvido, cometido em setembro de 2006 no mesmo local.

“Para mim, isso representou mais problemas do que sorte”, disse o homem que encontrou o dinheiro no seu jardim.

Ele poderá ficar com a quantia se as investigações não revelarem a quem o dinheiro pertence. Mas o homem não demonstrou muito entusiasmo com a possibilidade. “Considerando de onde vem o dinheiro, é melhor eu me abster”, afirmou.

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