Cuidado homens… Está aí o “pénis de inverno”. O orgão pode ficar 50% mais pequeno

O tempo frio pode fazer com que os pénis encolham, diminuam as ereções e causem dificuldade em atingir o orgasmo. Quem o diz é uma especilista.

Cuidado homens, e por consequência, cuidado mulheres!  Annabelle Knight, especialista em sexo e relacionamentos, disse ao jornal online Metro (Metro) que “Os vasos sanguíneos do pénis se fecham por causa das temperaturas baixas”, dando origem ao chamado “pénis de inverno”.

“Os homens podem esperar que o seu pénis se retraia em até 50% de comprimento e 20% a 30% de grossura quando o tempo fica frio”. Annabelle acrescentou que, quando o clima está mais frio, o corpo redireciona o calor e a energia normalmente disponíveis para os órgãos vitais no interior do corpo.

“O corpo tem que reduzir o fluxo sanguíneo para os seus apêndices – seus dedos das mãos e pés, e o seu pénis. Os testículos também se retraem e se elevam mais perto do resto do corpo para que eles também possam manter-se aquecidos”.

O tamanho não é a única coisa afetada pelas mudanças das estações.

Annabelle disse que o clima frio também torna o orgão mais insensível o que significa que ele fica menos sensível a qualquer tipo de toque. Também pode levar os homens a demorar mais tempo a atingir o orgasmo, não apenas porque se sentem fisicamente frios, mas porque sentir frio é “perturbador”, acrescentou Annabelle.

Ainda estamos no Outono, mas…

Pesquisa afirma que ficar em segundo é melhor que ficar em primeiro!

Num estudo sobre a vida de atletas medalhados olímpicos, o professor Adam Leive constatou que não terminar em primeiro pode, após, motivar a procura por sucesso profissional.

Já ouvimos muitas vezes a expressão “os últimos serão os primeiros”. Talvez isso seja apenas uma frase feita para motivar pessoas a não desanimarem em função de eventuais fracassos, é verdade. Mas, quando se trata da comparação entre o primeiro e o segundo – ou o primeiro dos últimos? – lugares, uma pesquisa recente mostra que há uma base real para não ficar triste se ficar em segundo.

Professor assistente da Universidade da Virgínia, Adam Leive publicou no Journal of Health Economics um estudo que compara a evolução na vida pessoal e na vida profissional de atletas que foram primeiro ou segundo colocados em Olimpíadas de 1896 e 1948. Leive constatou que, em geral, ganhar a medalha de prata resultou em destinos mais prósperos do que o observado para os medalhados com o ouro.

O recorte histórico feito por Leive é importante porque aborda o período em que os atletas eram amadores. Ou seja, as suas vidas não eram, ou eram em escala bastante pequena, influenciadas pelo sucesso desportivo. Naquela época, tanto os vencedores quanto os segundos colocados voltavam para casa a precisar procurar um emprego “comum”. 

Mas ficar com a medalha de ouro ou de prata parece ter servido para mudar o rumo de vida daqueles atletas. Leive observou que 70% dos atletas analisados que ficaram em segundo lugar nas competições conseguiram tornar-se trabalhadores profissionais, depois disso, enquanto apenas 20% dos vencedores no desporto conseguiram tal feito. O restante ficou com empregos semiprofissionais ou se tornaram vendedores de comércios populares.

Os segundo colocados também alcançaram maiores salários e tiveram, em geral, uma vida um ano mais longa do que a dos seus então competidores, segundo a pesquisa.

Pesquisa: bodes sentem-se atraídos por pessoas felizes

Uma pesquisa britânica concluiu que os bodes se sentem atraídos por pessoas felizes

Os bodes conseguem reconhecer pessoas felizes e sentirem-se atraídos por elas. Este é o resultado de uma recente pesquisa feita pela Queen Mary University, de Londres (Inglaterra).

Os cientistas usaram na experiência 20 bodes do Buttercups Sanctuary for Goats, em Kent (Inglaterra). A uma distância de 4 metros, eles tiveram contato visual com duas fotos da mesma pessoa: uma com expressão neutra e outra com sorriso no rosto.

Os bodes dirigiram-se à foto da pessoa feliz.

O estudo sugere que bodes usam o hemisfério esquerdo do cérebro para processar emoções positivas.

“O estudo tem implicações importantes sobre como interagimos com animais do campo, porque a habilidade dos animais perceberem as emoções humanas não estão limitadas aos animais de estimação”, afirmou Alan McElligott, que liderou o estudo, em relato na revista “Royal Society Open Science”.

O investigador Alan McElligott e um dos bodes investigados

Adolescentes recorrem a cirurgia estética para se parecerem com filtros do snapchat

Fazer cirurgias para se parecer com celebridades é coisa do passado…

Primeiro queriam “transformar-se” na boneca Barbie e no boneco Ken, mais tarde queriam ter os lábios de Angelina Jolie, ou o traseiro de David Beckham  ou talvez os seios de Salma Hayek. Agora  os cirurgiões plásticos estão a deparar-se com mais um desafio estético da modernidade: os adolescentes querem é parecer-se com os seus filtros favoritos do Snapchat!

Para explicar essa nova tendência, a diretora do Centro de Pele Étnica do Boston Medical Center, Dra. Neelam Vashi, usa o termo “dismorfia no Snapchat”. De acordo com ela, num artigo recentemente publicado no Journal of the American Medical Association’s Facial Plastic Surgery, os jovens de hoje estão a transformar cada vez mais a percepção das pessoas sobre a beleza.

Para exemplificar isso, ela comenta sobre filtros de embelezamento que podem, dentre muitos outros recursos, branquear ou clarear dentes e ainda diminuir os lábios. Parece pouco, mas isto pode estar a começar a virar um problema real, levando as pessoas à dismorfia corporal. Esta condição envolve “preocupação excessiva com uma suposta falha na aparência, classificada no espectro obsessivo-compulsivo”.

Imagem: fsmedia.imgix.net

A “dismorfia do Snapchat” trata-se de um desdobramento dessa mesma condição, levando adolescentes a se transformarem em hipercríticos de linhas de expressão, defeitos e imperfeições que, na verdade, são completamente normais. Essas características realçadas pelos jovens e classificadas como falhas são geralmente mascaradas por filtros do Snapchat.

Os profissionais evitam proceder com esse tipo de cirurgia em crianças que ainda estão em pleno desenvolvimento, mas, curiosamente, a Academia Médica Americana de Cirurgia Plástica Facial e Reconstrutiva diz que, em 2017, 55% dos médicos já testemunharam pacientes que “queriam parecer melhores nas suas selfies”.

Segundo a Dra. Vashim, a rinosplatia costumava ser um dos pedidos mais comuns, mas agora as pessoas estão a pedir para ficar parecidas com a aparência que adquirem ao aplicar filtros do Snapchat. O objetivo é geralmente corrigir a assimetria, uma característica normal. Os rostos simétricos são vistos como mais atraentes, e os filtros de embelezamento costumam afinar as linhas de expressão e mascarar rugas e manchas, suavizando e iluminando o rosto para disfarçar a assimetria.

13% dos jovens franceses não se consideram ‘nem homens nem mulheres’

Segundo pesquisa do governo francês, 36% dos franceses defendem que o Estado deveria reconhecer existência de ‘outro’ género.

Nem homens, nem mulheres. Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto OpinionWay, cerca de 13% dos franceses entre 18 e 30 anos não se sentem identificados nem com o género masculino, nem com o feminino, segundo o jornal francês “20 Minutes”.

No caso da população francesa em geral, de todas as faixas etárias reunidas, o contingente de pessoas que não se considera homem ou mulher desce para 6%, segundo pesquisa deste ano efetuada pelo governo francês.

“Isto não tem nada a ver com orientação sexual (homossexual, bissexual ou heterossexual) ou com mudança cirúrgica de sexo”, explica o periódico.  “Estas pessoas colocam em causa a dimensão fixa e binária do género: ou elas são nómadas do género, ou preferem não explicitar o seu género”, resume Arnaud Alessandrin, sociólogo especializado em género e discriminações da Universidade de Bordeaux, entrevistado pelo 20 Minutes.

A dinâmica de identidade apresenta diversas variantes, segundo o jornal. “Alguns se identificam como sem género (8%, na pesquisa Opinion Way), outros preferem o termo gender fluid (11%). Mas o conceito de não-binário parece ser o mais adequado, atingindo 36% do público jovem entrevistado”, afirma o periódico.

“Estatisticamente, ser ‘sem género’ continua a ser uma experiência muito marginal, mas a luta contra os estereótipos de género faz muito sentido junto dos jovens”, continua Alessandrin. Mas não apenas para os jovens. “Segundo uma pesquisa do governo francês, a YouGov, 36% dos franceses acreditam que o Estado deveria reconhecer a existência de um ‘outro’ género”, finaliza ao 20 Minutes.

Truques de luz em provadores de lojas de roupa fazem pessoas ficar mais magras

Repórter experimenta modelo em provadores de lojas e acaba ‘mais magra’

A repórter Lauren Windle, do jornal “The Sun”, em Londres (Inglaterra), recebeu do chefe a missão de experimentar o mesmo vestido em cabines de dez lojas diferentes da capital inglesa – entre elas, Zara, Primark, Gap e H&M.

Lauren fez a mesma pose e se manteve à mesma distância dos espelhos dos provadores. O resultado é que o vestido deixou Lauren “mais magra” em algumas das cabines.

Estas foram as lojas visitadas onde foi experimentado o mesmo vestido a que foi atribuida uma “cotação” de 1 a 10 (em que 10 é a aparência mais magra):

  • H & M – 10/10
  • River Island –  9/10
  • Próximo –  8/10
  • M & S –  7/10
  • French Connection –  7/10
  • Gap –  7/10
  • Primark –  4/10
  • Zara –  3/10
  • Novo Look –  2/10
  • Topshop –  1/10

Conclusão: qual é a loja em que os provadores são mais “simpáticos” (e tornam as pessoas masi magras)? A H&M!

A resposta parece estar num “truque” de luz  que fez a roupa “cair bem” e seduzir a cliente. Nota-se na foto que as (2) fotos da esquerda com mais luz é mais reveladora das formas da repórter e de todos os pormenores. Já as duas da direita para “transformaram” a silhoueta da repórter fazendo com que esta parecesse bem mais magra. A luz mais “calma” mostra-se menos reveladora das formas…

O “The Sun” entrou em contato com as lojas, mas nenhuma delas se mostrou disponível para responder às questões.

Via: The Sun

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Mulheres que dormem muito fazem mais sexo

O que é que mulheres, sono e sexo tem em comum? Nada? Não…

Sobretudo o sono e o sexo podem, à primeira vista, parecer antagónicas, mas um estudo recente comprova que ambos estão muito mais ligados do que aparentam.

Um grupo de investigadores da Universidade de Michigan, após passarem duas semanas a analisar os hábitos de sono e sexo de 171 mulheres jovens, concluíram que as que dormem mais têm uma vida sexual mais movimentada.

Segundo a pesquisa, cada hora a mais dormida correspondia a 14% a mais de probabilidade de uma delas fazer sexo no dia seguinte. Além disso, as que dormiam mais também apresentavam níveis de excitação maiores em relação às que dormiam menos.

A pesquisa foi conduzida por David Kalmbach,  que ainda deu uma boa dica aos casais: “para ter uma boa vida sexual, é bom o casal ter cuidado para não dormir pouco”.

Resumo do estudo: aqui.

Outras:

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Masturbação (extrema) mata 100 pessoas por ano na Alemanha

Uma pesquisa feita na Alemanha revelou que a cada ano cerca de 100 pessoas morrem no país por causa da… masturbação.

A principal causa apontada pelo legista Harald Voss é a falta de oxigenação no cérebro durante um perigoso ato conhecido como asfixia autoerótica, que consiste em deixar de respirar para aumentar a intensidade do orgasmo durante a masturbação, usando, por exemplo, saco plástico na cabeça ou corda apertada no pescoço. O jogo sombrio, muitas vezes, acaba em tragédia. Chama-se asfixiofilia.

Voss acredita que o número de mortes ligadas à masturbação seja maior, contou o site “The Local”. Segundo ele, vários incidentes não são relatados por causa da vergonha sentida pelos familiares do morto.

As vítimas variam de 13 a 79 anos, dos dois sexos. O número de mortos, entretanto, é maior entre homens. Voss afirmou acreditar que as mulheres sejam “mais cautelosas” durante asfixia autoerótica.

Entre 80 e 100 pessoas em todo o país morrem acidentalmente todos os anos devido a práticas de masturbação arriscadas, descobriu o estudo.

O ator americano David Carradine morreu em 2009, aos 72 anos, vítima de asfixia autoerótica, num quarto de hotel em Banguecoque (Tailândia). Suspeita-se também que Michael Hutchence, vocalista da banda australiana INXS, tenha morrido da mesma maneira. O corpo nu do astro do rock foi encontrado num quarto de hotel, em Sydney (Austrália), com um cinto no pescoço, em 1997.
Via: The Mirror

Outras:

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Ciência: comer no McDonalds pode curar a calvice

Um grupo de cientistas japoneses conduziu estudo cujos resultados poderão ser uma descoberta inovadora.

E se a cura da calvice estivesse na Mc Donalds!? A cura da calvície pode ser um “elemento secreto” no menu do McDonald’s. Um estudo da Universidade Nacional de Yokohama, no Japão, segundo o “Daily Mail”, concluiu que um produto químico usado nas batatas fritas da rede de fast food pode fazer com que surjam novos folículos capilares.

Testes em laboratório com ratos deram resultado positivo. Os roedores ganharam folículos capilares novos que, em poucos dias, produziram cabelo.

O agente químico é o dimetilpolissiloxano, que é acrescentado às batatas do McDonald’s para que, quando são fritas, não façam espuma no óleo.

“É muito permeável ao oxigénio e, por isso, o resultado foi muito bom, permitindo a criação de 5 mil folículos de cabelo simultaneamente”, explicou o professor Junji Fukuda. “É uma técnica muito promissora. O cabelo regenerado tem o ciclo de vida de um cabelo normal. Todos os testes indicam que vai funcionar com células humanas também”, acrescentou ele.

Facebook é pior para a sociedade do que o McDonald’s

Um inquérito conduzido pela Honest Data, pedia às pessoas que, perante uma lista, escolhessem a empresa que teria tido um pior impacto na sociedade. As escolhas recaíram em: Marlboro, Walmart, Facebook, McDonald’s e Coca-Cola.

Os resultados foram:

  1. 43% dos inquiridos escolheram a empresa Marlboro
  2. 27% dos inquiridos escolheram a Facebook
  3. 21% dos inquiridos escolheram a McDonald’s
  4. 18%.dos inquiridos escolheram a Walmart
  5. 16% dos inquiridos escolheram a Coca- Cola

Por outro lado, 36% das pessoas escolheu a opção “nenhuma das empresas da lista”.

De entre as “tecnológicas” o Facebook foi citado destacadamente:

  1. 37% Facebook
  2. 27 % Twitter
  3. 7% Google
  4. 6% Netflx
  5. 4% LinkedIn

53% das pessoas escolheu a opção “nenhuma das empresas da lista”.

Segundo Tavis McGinn, fundador da Honest Data, em artigo publicado no LinkedIn os mais recentes dados não são uma “total surpresa”, dada a publicidade negativa que o Facebook tem recebido nos últimos meses, nomeadamente no que concerne o seu papel na difusão de notícias falsas [fake news], questão que levou a rede social a encetar uma série de alterações na plataforma.

Mark Zuckerberg, fundador da rede social, no dia 31 de janeiro, afirmou que estas mudanças “reduziram em 55 milhões de horas o tempo que as pessoas passam no Facebook”.

“Na esfera pública, as pessoas começam a questionar o impacto a longo prazo do Facebook no bem estar psicológico das pessoas. Vários crimes violentos e suicídios foram ‘transmitidos’ em direto no Facebook. E vários investidores iniciais e funcionários do Facebook questionaram se a rede foi desenhada para ser aditiva e se pode causar lesões cerebrais a longo prazo (especialmente nas crianças)”, acrescenta.

Um estudo da APA PsycNET aponta que vários utilizadores das redes sociais tem a tendência para desenvolver depressão, ansiedade e tendências suicidas. Segundo o jornal Business Insider, o estudo procura mostrar que não são apenas dois fatores correlacionados. Ao invés, as redes sociais conduzem efetivamente a sentimentos negativos.

“Infelizmente, 2017 foi um ano duro para o Facebook. Em 2018, estamos focados em tornar o Facebook não só numa ferramenta de diversão, mas também em algo bom para o bem-estar das pessoas e da sociedade. Estamos a fazer isto ao encorajar conexões entre as pessoas com significado em vez da passividade do consumo de conteúdos”, disse Zuckerberg na sequência da apresentação dos resultados do quarto trimestre.

Via: 24.sapo.pt

IgNobel 2017: o prémio “Nobel” para as pesquisas científicas mais absurdas

Os Prémios Nobel alternativos distinguem a “investigação que primeiro faz as pessoas rirem e depois pensarem”, segundo o site dos organizadores.

Dito de outra forma, tais prémios destinam-se a celebrar o incomum, a honrar a imaginação – e estimular o interesse das pessoas pela ciência, medicina e tecnologia.

A cerimónia contou este ano com a presença dos verdadeiros prémios Nobel: Eric Maskin  (Economia, 2007), Roy Glauber (Física, 2005) e Oliver Hart (Economia, 2016)

E este ano, os prémios foram para:

IgNobel da Física, um estudo que argumenta que os gatos podem tecnicamente ser considerados sólidos e líquidos em simultâneo devido: à sua extraordinária capacidade de se adaptarem à forma do recipiente que os contém. O estudo, desenvolvido pelo francês Marc-Antoine Fardin, da Universidade Paris Diderot, foi inspirado em fotografias que circulam online de gatinhos metidos em toda a espécie de recipientes, desde frascos de doce a lavatórios.

IgNobel da Obstetrícia (atribuido pela primeira vez): Marisa López-Teijón, espanhola especialista em reprodução assistida, e a sua equipa, foram premiados pela criação de um dispositivo que permite ao feto ouvir música através da vagina da mãe.

Ig Nobel da Nutrição: foi para uma descoberta realizada pela brasileira Feranda Ito, o canadiano Enrico Bernard e o espanhol Rodrigo Torres, que encontraram o primeiro vampiro: uma espécie de morcego que se alimenta efetivamente de sangue humano.

IgNobel da Paz: da autoria de uma equipa de investigadores internacional e demonstrou que o uso do Didgeridoo, instrumento musical de sopro da Austrália, pode ajudar a melhorar a apneia do sono e o ressonar.

IgNobel da Anatomia:  trabalho publicado em 1993 pelo médico britânico James Heathcote, que procurou perceber porque têm os idosos as orelhas grandes. De acordo com os dados alcançados, as orelhas não crescem com a idade, mas esticam devido à gravidade.

IgNobel da Economia: Matthew Rockloff e Nancy Greer, pelas suas experiências para ver como o contato com um crocodilo vivo afeta a vontade de uma pessoa de apostar.

IgNobel da Biologia: Kazunori Yoshizawa, Rodrigo Ferreira, Yoshitaka Kamimura e Charles Lienhard, pela descoberta de um pénis feminino e uma vagina masculina, num inseto que vivem em cavernas.

IgNobel da Dinâmica de Fluidos: Jiwon Han, para estudar a dinâmica do escoamento líquido, para saber o que acontece quando uma pessoa caminha para trás enquanto carrega uma xícara de café.

IgNobel da Medicina: Jean-Pierre Royet , David Meunier , Nicolas Torquet , Anne-Marie Mouly e Tao Jiang , para usar a tecnologia avançada de scaner cerebral para medir a medida em que algumas pessoas ficam enojadas com o queijo.

IgNobel da Cognição: Matteo Martini , Ilaria Bufalari , Maria Antonietta Stazi e Salvatore Maria Aglioti , por demonstrar que muitos gémeos idênticos não se podem distinguir visualmente.

“Conversas” durante o sono são normalmente desagradáveis e até ofensivas

Sofre de sonilóquio? Hã!? Se você fala enquanto dorme, então sofre de um distúrbio do sono chamado sonilóquio! Apensar de não ser preocupante, pode ser um indicador da existência de outros problemas. É mais frequente em crianças e em homens.
Chegou-se, entretanto, à conclusão que quem fala enquanto dorme pode ser desagradável e até ofensivo. O que diz, claro!

Pesquisas realizadas pela Dra. Isabelle Arnulf trouxeram alguma luz sobre o que dizem os “conversadores do sono” e as notícias não são boas: as “conversas” podem ser desagradáveis e até ofensivas. Basicamente ou dizemos absurdos completos ou porcaria!

A pesquisa, foi feita recorrendo à análise do sono de 232 adultos (129 dos quais tinham transtorno do comportamento do sono, 87 habitualmente sonâabulos e com pesadelos , um que tinha apneia do sono e o resto não apresentava distúrbios relacionados com sono).

Todos os participantes foram gravados enquanto dormiam ao longo de algumas noites e as conclusões foram:

  • Palavra mais comum: Não! (24% das conversas no sono tem conteúdo negativo);
  • 22% das conversas tem conteúdo desagradável;
  • Quase 10% de todos os episódios de conversa do sono envolveram palavrões, com ‘fuck’ (o estudo não foi feito em Portugal senão palavara seria outra 🙂 ) a ser dita 800 vezes mais frequentemente no sono dos participantes do que quando estavam acordados.

Mas não são só notícias más! O mesmo estudo garante que apesar de estarmos a dormir a nossa gramática continua sólida!

“O que agora sabemos é que falar no sono é muito parecido com falar acordado, em termos de gramática correta, com orações subordinadas e silêncio para que outros possam responder, como na conversa acordado”, acrescentou a Drª Arnulf .

“As diferenças são qualitativas: o idioma noturno é negativo, tenso, mais vulgar e dirigido a alguém, não a si mesmo.

Tem comichão do lado esquerdo? Coce do lado direito!

Quando a comichão aperta lá estamos nós a coçar! Não há como evitar. A comichão pode ser definida como uma sensação desagradável que provoca o desejo de coçar o local da comichão. Ela é atenuada por “arranhões”.

Pensando nisso, ou talvez não, seis investigadores alemães (Christoph Helmchen, Carina Palzer, Thomas Münte, Silke Anders e Andreas Sprenger) da Universidade de Münster, no noroeste da Alemanha, propuseram-se ir mais além no estudo da comichão. Estudo útil dirão uns, estudo estúpido dirão outros. Sim, realmente não foi um estudo convencional.

O objetivo do estudo foi, resumidamente, testar se os mecanismos centrais de atenuação da comichão induzida por “arranhões” podem ser ativados coçando no membro contrário ao membro onde se encontra a comichão. Confuso? Basicamente o estudo tentou provar se tivermos uma comichão no braço (por exemplo no esquerdo) se coçarmos de lado direito se a comichão atenua! E sim, chegaram à conclusão que sim! Mas o estudo foi feito, “enganando” os pacientes, ou melhor, induzindo-os em erro, utilizando um espelho. Os pacientes foram colocados de frente a um espelho, foi-lhe provocada a comichão num dos lados e por causa do espelho eles foram induzidos a coçar no lado contrário, o que atenuou a comichão.

Resumo do estudo aqui.

Cerveja pode ser mais analgésico que paracetamol

Beber com moderação é o mote que tem vindo a ser propalado.

A Organização Mundial de Saúde sugere que não sejam ultrapassadas duas unidades (20 gramas de álcool) por dia e que haja uma abstinência de, pelo menos, dois dias por semana.
Tudo bem. Mas e se tivermos dores? Como!?

Pois é, pode parecer uma brincadeira mas um grupo de investigadores da Universidade de Greenwich, no Reino Unido, defendem que a cerveja pode ser muito mais eficaz no combate à dor do que alguns comprimidos analgésicos que são utilizados na maior parte dos casos.

O estudo realizado concluiu que o equivalente a dois copos de 473 mililitros de cerveja contribuem para atenuar um quarto da intensidade da dor sentida.

De acordo com o Daily Express, o principal responsável por este estudo, Trevor Thompson, afirma que o álcool pode ser mais eficaz do que o próprio paracetamol.

Homens que fumam e bebem são mais atraentes para relacionamentos curtos

fumar-e-beberA ciência já provou que fumar e beber não é recomendável. Mas parece que nem tudo é mau para as pessoas com esses “vícios”.

Uma pesquisa da Universidade de Gent na Bélgica sugere que homens que ‘fumam (cigarros) e bebem álcool’ são mais atraentes para as mulheres. Mas atenção: apenas como parceiros de curto prazo.

O estudo, intitulado The Young Male Cigarette and Alcohol Syndrome (algo como “O novo cigarro masculino e a síndrome alcoólica”) argumenta que o apelo sexual está ligado ao grau de “risco” que o homem aparenta ter.

O resumo explica que o comportamento de risco é atraente no ‘curto prazo’ nos contextos de “engate”. Acrescenta ainda: “Tendo em conta que fumar e beber têm custos físicos consideráveis, este estudo explora a possibilidade de que o tabaco e álcool façam já parte de uma estratégia dos homens para relações de uma noite.

A experiência mostrou que as mulheres percebem os homens que fumam e bebem como sendo mais propícios  para relacionamentos curtos ao contrário dos que não bebem nem fumam.

O estudo, que foi publicado na revista Evolutionary Psychology, pediu a 239 mulheres belgas com idade entre 17 e 30 para avaliarem curtos perfis de homens. Nestes curtos perfis estavam, entre outros dados, os relativos ao consumo de tabaco e de álcool. Foi então pedido às mulheres que avaliassem a possibilidade de uma relação de curto ou longo prazo tendo em conta os fatores de risco.

Os resultados sugerem que os homens que fumavam e bebiam foram considerados mais atraentes para relações de curto prazo.

De acordo com um estudo posterior, os homens que fumam e bebem são eles prórpios também (geralmente) mais interessados em relacionamentos de curto prazo.

O pesquisador chefe Eveline Vincke disse: “Um estudo de acompanhamento confirmara que o comportamento dos homens corresponde com as percepções das mulheres, “No geral, estes resultados mostram que os cigarros e o álcool podem funcionar como uma estratégia de acasalamento de curto prazo.”