As 10 mortes mais bizarras de 2014

Há mortes bizarras? Há. E não são poucas. O certo é que há algumas são ainda mais bizarras que outras e chegam ser mesmo ridículas. O pior é que acontecem e lá se perde mais uma vida. Em 2014, ouve certamente muitas mortes que poderíamos incluir como sendo bizarras, insólitas e até ridículas. Eis apenas algumas:

Chef chinês é mordido por cabeça de cobra já separada do corpo

O Chef Peng cortou a cabeça de uma cobra cuspideira, a fim de colocar o seu corpo numa sopa. Passados 20 minutos, a cabeça separada da cobra ainda estava a “viva” quando o chef tentou atirá-la para o lixo. A cabeça da serpente apesar de separada do resto do corpo mordeu o chef. O cozinheiro morreu antes sequer de lhe ministrarem o antídoto.

EUA (Jersey City) homem morto por fita métrica

Num estaleiro de obras em Jersey City, um incidente bizarro ocorreu quando uma fita métrica escorregou do cinto de um trabalhador da construção civil. Após, a mesma bateu numa outra zona metálica e atingiu a cabeça de um homem que trabalhava no local. O “infeliz” chamava-se Gary Anderson e veio a morrer já no hospital, logo após ter ficado inconsciente pela pancada da fita métrica.

Casal morre ao chocar um contra o outro em acidente viação

No Texas, Nicolas Cruz e a namorada Kristina Munoz estavam a conduzir cada um o seu carro (ambos sem cintos de segurança) perto de uma quinta onde ambos trabalhavam. Mas aquele estava destinado a ser o momento deles. Ambos morreram numa colisão frontal: um contra o outro!

 

Homem mexicano morre ao fazer selfie

Oscar Otero Aguilar, de 21 anos, residente Cidade do México, morreu a tirar uma selfie. Ele estava a posar para a foto com uma arma emprestada e não percebeu que esta estava carregada. Já com alguns copos bebidos com os amigos, o homem ao fazer o selfie com a arma acidentalmente disparou em si mesmo.

Florida Homem atropelado e morto por um pneu

Em Williston, Flórida, Ivan Sandquist estava a conduzir na estrada 41. De repente, um pneu de um carro que passou soltou-se e começou a saltar ao longo da estrada. O pneu atingiu a berma, saltou em direção a uma cerca, mudou de trajetória e foi atingir o homem de 33 anos, matando-o instantaneamente.

Bicicleta de Molly Glynn é atingido por uma árvore

Atriz de Chicago Fire , Molly Glynn, tinha apenas 46 anos quando morreu em setembro de 2014. O incidente ocorreu quando ela e o seu marido, Joe Foust, foram de bicicleta ao longo do Chicago Erickson Woods. Do nada, uma árvore gigante caiu em cima de Glynn, levando à sua morte, já no Evanston Hospital.

Desafio “Balde de Gelo” leva à morte de bombeiro

O desafio de balde de gelo que se popularizou no ano passado levou o Capitão Tony Grider à morte. Ele estava a ajudar a filmar o vídeo para a banda da Universidade Campbellsville. À medida que os bombeiros íam atirando água de uma escada, o balde chegou perto das linhas de energia e eletrocutou quatro deles. Um deles era Grider, que, juntamente com outros dois bombeiros, foram levados para o hospital. Apenas Grider não sobreviveu.

Adepto de futebol morre atingido por sanita

Poucos meses antes do Mundial de Futebol realizado no Brasil, este país foi palco de uma morte bizarra ligada ao futebol.

Após o jogo entre Santa Cruz e Paraná, a contar para Série B do Campeonato Brasileiro, no Estádio do Arruda. Paulo Ricardo Gomes da Silva, de 26 anos de idade, fã do futebol brasileiro, foi atingido (mortamlmente) por uma sanita atirada das arquibancadas do estádio.

Anel de casamento leva homem à morte

Um homem da Flórida, de 33 anos de idade, foi morto pelo seu anel de casamento. O inesperado aconteceu quando o seu anel acidentalmente terá entrado em contato com um objeto desconhecido, possivelmente um fio de cobre. Jason Ferguson foi eletrocutado até à morte quando estava a tentar apenas instalar uma máquina de lavar louça.

Duplo de cinema morre ao fazer “parkour”

Carlos Lopez foi um duplo muito respeitado em Hollywood, especialmente depois do seu trabalho em The Hunger Games: Catching Fire . Ao viajar para Portugal com a sua namorada, Lopez tentou saltar da janela do quinto andar do hostel onde se encontrava hospedado para uma varanda do edifício em frente. Lopez, terá falhado o movimento de “parkour” e caiu desamparado para a morte.

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Japonês transforma moto em sidecar usando um bidão

O japonês Sadao Kimbara transformou a sua moto Honda num sidecar.

Não, não recorreu a uma oficina especializada em adaptação de motociclos. Pura e simplesmente pegou na sua Honda e “anexou-lhe” um comum bidão de 200 litros (vazio) fez-lhe uma abertura de forma a que o seu neto Rui se conseguisse sentar lá dentro. Kimkbara passou a ter um sidecar.

Kimbara exibiu a sua criação  numa estrada em Ome, perto da capital Tóquio, no Japão.

Russo esconde-se em frigorífico para não comparecer em tribunal

ara não comparecer numa audiência no tribunal de Ecaterimburgo, na Rússia, um homem de 31 anos escondeu-se dentro do frigorífico.

Eduard Bulgakov era acusado de roubo. Após ele não comparecer na audiência, um juiz emitiu um mandado de prisão contra ele, e os agentes da autoridade foram até sua casa para o prender.

Chegados à casa do acusado, a sua mãe alegou que não sabia onde ele estava. Os agentes decidiram esperar do lado de fora caso ele aparecesse.

No entanto os policias ficaram intrigados quando um entregador deixou duas pizzas grandes no apartamento. Então, eles resolveram fazer uma segunda verificação.
Os policias acabaram por descobrir que Bulgakov estava escondido no frigorífico.

Whittier – a cidade onde quase toda a gente mora no mesmo prédio

A cidade de Whittier, que fica no estado americano do Alasca, tem cerca de 200 habitantes e quase todos vivem num antigo quartel do exército de 14 andares construído em 1956.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o exército dos Estados Unidos construiu uma unidade militar com terminal ferroviário e um porto para a entrada de soldados americanos no Alasca chamado Camp Sullivan. As duas imensas construções, chamadas Begich Towers, foram construídas após a Guerra e têm uma esquadra de polícia, uma clínica de saúde, uma igreja e uma lavandaria.

Os seus corredores parecem-se com os de uma escola ou prisão, e é possível ver os residentes pela zona de chinelos e pijamas. A única maneira de se chegar a Whittier por terra é atravessando um túnel de 4 Km, numa estrada de sentido única que encerra à noite. Durante o verão, cruzeiros, barcos fretados e navios pesqueiros levam milhares de visitantes ao porto de Whittier.

Whittier – Assinalado a laranja o prédio que alberga a quase totalidade dos visitantes desta cidade. (Imgem : Google Maps)

No inverno, porém, a camada de neve da cidade ultrapassa os seis metros e ventos de até 100 km/h acontecem com alguma frequência; o clima é tão brutal que as crianças vão das torres Begich até à escola por um túnel. No período em que o turismo é escasso e a temporada baixa, Whittier é conhecida pelo seu clima de estranha intimidade: um lugar onde um residente pode bater à porta do chefe de polícia, onde estudantes conseguem ajuda para os trabalhos de casa na mesa de cozinha do professor e onde o pastor conduz batismos numa piscina insuflável na cave.

Japonês bate recorde dos 100 metros em… 4 “patas”!

100 metros 4 patasApós um cão bater recorde ao correr em duas patas em outubro do ano passado, nada mais justo que um homem estabeleça uma nova marca para corrida dos 100 metros em… 4 “patas”.

Katsumi Tamakoshi quebrou o recorde mundial ao correr 100 metros de quatro em 15,86 segundos em Tóquio, no Japão, no mês seguinte (novembro de 2014).

O jovem de 18 anos superou o recorde que pertencia ao seu compatriota Kenichi Ito, que havia percorrido a mesma distância (os 100 metros) em 17,47 segundos em 2012.

Chinês bate recorde ao estacionar carro de forma impressionante

O chinês Han Yue estabeleceu um recorde impressionante, de deixar qualquer condutor automóvel espantado. Yue estacionou um Mini hatch numa lugar de estacionamento entre outros dois veículos que tinha apenas mais 8 cm que o próprio carro. Com supervisão do Guinness (livro dos recordes), ele realizou a façanha em novembro de 2014 em Chongqing.

Americana bate recorde ao apanhar 46 ramos de noiva, mas continua solteira

A americana Jamie Jackson, tem 37 anos e entrou para o Guinness por ter apanhado (um recorde de) 46 bouquets de casamento.

Jamie, mora em Salt Lake City, no estado de Utah, apanhou o primeiro dos  seus já 46 ramos de noiva em 1996.

Em entrevista à imprensa americana, ela contou que participou de quase cem casamentos, ou seja em mais de um terço das vezes o ramo terminou nas mãos dela.

Apesar de sua (insólita) habilidade de apanhar ramos de noiva, Jamie continua solteira.
Além disso, a mulher diz que virou uma espécie de amuleto para os noivos.
“Tenho orgulho de dizer que, de todos bouquets de casamento que apanhei, só houve dois divórcios”, disse ela.

As 10 músicas que mais fazem os homens chorar

Se há filmes que fazem chorar, há também música que tem o mesmo efeito. Até nos homens! A PRS for Music, uma organização que defende os direitos de autor dos compositores, fez um estudo com a participação de  1.700 homens para descobrir quais são as músicas que mais os fazem chorar. As 10 músicas mais votadas são:

10- “Angels” – Robbie Williams

Robbie Williams fazia parte da boysband Take That até meados dos anos 90, quando começou a sua carreira a solo. “Angels”, escrita por ele, foi a música que fez com que atingisse o sucesso e acabou por ser eleita, na época, a melhor música dos últimos 25 anos pelos ouvintes da BBC.

9- “Unchained Melody” – Todd Duncan

A música está entre as canções mais regravadas do século XX, com cerca de 500 versões em vários idiomas.

8- “Streets of Philadelphia” – Bruce Springsteen

“Streets of Philadelphia” foi escrita pelo músico norte-americano Bruce Springsteen para um dos primeiros filmes de Hollywood a falar sobre a SIDA, “Philadelphia”. Lançada em 1994, a música fez sucesso em vários países e ganhou um Óscar e 4 Grammy’s.

7- “Candle In The Wind” – Elton John

Composta por Elton John e Bernie Taupin em 1973, “Candle in the Wind” foi uma homenagem a Marilyn Monroe, que havia morrido 11 anos antes. Em 1997, Elton John fez uma nova versão que ficou muito mais conhecida, em homenagem à princesa Diana, que morreu naquele ano.

6- “The Drugs Don’t Work” – The Verve

O significado da canção escrita em 1995 pelo vocalista do The Verve Richard Ashcroft não é muito claro, mas acredita-se que tenha a ver com a morte do seu pai, vítima de cancro. Outra hipótese é que o seu relacionamento com a esposa, Kate Radley, também tenha influenciado.

5- “With Or Without You” – U2

“With Or Without You”, de autoria da banda irlandesa U2, foi lançada em 1987, como o primeiro single do álbum The Joshua Tree. Super elogiada pelos críticos, a canção também ficou em primeiro lugar no top da Billboard durante três semanas.

4- “Nothing Compares 2 U” – Sinead O’Connor

Escrita originalmente por Prince nos anos 1980, a canção só ganhou destaque na versão feita pela cantora irlandesa Sinead O’Connor, até então desconhecida, e ficou em primeiro lugar no top vários países(incluindo Portugal).

3- “Hallelujah” – Leonard Cohen

Gravada originalmente em 1984 pelo cantor canadiano Leonard Cohen, “Hallelujah” também teve várias versões – foram mais de 200.  A versão original traz várias referências bíblicas, principalmente relacionadas a Sansão e Dalila e ao rei Davi.

2- “Tears In Heaven” – Eric Clapton

A música que ganhou a medalha de prata nessa lista tem uma história muito triste por trás: foi escrita por Eric Clapton após a trágica morte do seu filho de 4 anos, que caiu acidentalmente da janela do seu apartamento em 1991. Em 2004, ele decidiu não a cantar mais nos seus concertos alegando que os sentimentos que tinha na época em que a escreveu haviam desaparecido e ele queria evitar relembrá-los.

1- “Everybody Hurts” – REM

E a música que mais faz os homens chorar é dos americanos do REM. “Everybody Hurts” foi feita para o oitavo álbum de estúdio da banda, Automatic for the People, lançado em 1992, e também saiu como single em 1993.  Relançada no início deste ano como single de ajuda às vítimas dos terremotos no Haiti, tornou-se um dos singles com  venda mais rápida do ano no Reino Unido, com cerca de 205 mil cópias vendidas em apenas dois dias.

Homens: concordam? E será que a selecção seria a mesma para as mulheres?

Com informação de Superlistas (Abril)

Indiano conduz o seu táxi sempre de marcha atrás desde há 11 anos

taxiO condutor de táxi Harpreet Dev é famoso na sua cidade natal de Bhatinda, na Índia, pelas suas incríveis habilidades de condução ao contrário.

O indiano, que tem 30 anos, tem conduzido o seu carro usando apenas a marcha atrás desde há 11 anos. Harpreet está tão acostumado a fazer isso que não confia mais em si mesmo para conduzir normalmente (para a frente) para frente, como toda a gente faz.
Então o táxi vai andar sempre de marcha atrás e à mesma velocidade? Não. O táxi de Harpreet é modificado. A caixa de velocidades possui velocidades de marcha atrás e apenas uma para a frente. Além disso, ele tem uma licença especial do governo que lhe permite andar ao contrário em qualquer estado na parte norte da Índia.

Harpreet começou a conduzir assim por acidente em 2003, quando a caixa de velocidades do seu Fiat Padmini ficou presa na marcha atrás num dia jà noite longa. “Eu estava fora da cidade, não tinha dinheiro, então pensei em conduzir o carro ao contrário até Bhatinda”, conta. “Assim, eu conduzi de marcha atrás todo o caminho e, mais tarde, ganhei confiança”.

COmo até gostou da experiência, na manhã seguinte, pintou as palavras “Campeão da Marcha atrás” (do original em inglês “Back Gear Champion”) no seu carro e modificou-o.
Depois de anos de prática, Harpreet pode agora confortavelmente andar para trás em velocidades de até 80 km/h.

Apesar de tudo, uma sirene de ambulância presa no topo do carro adverte condutores desavisados e peões sobre a sua condução peculiar. “Eu tomo todo o cuidado que puder para proteger os outros condutores na estrada”, disse.

Por mais curiosa que seja essa habilidade, no entanto, o hábito de conduzir de marcha atrás tem alguns efeitos negativos – o taxista agora sofre de problemas nas costas e pescoço. “Eu tenho dores frequentes no pescoço e tive vómitos severos no passado”, admitiu. “Eu tenho um problema grave por conduzir tão rápido no sentido inverso, porque todo o meu corpo se contorce”.

Quer emagrecer? Venda o carro!

Alyson Larkin , uma escocesa de 33 anos, quando não conseguiu vestir as suas calças antes de uma viagem à Austrália, em 2012, decidiu reagir e transformar o seu corpo. Adotou uma dieta equilibrada, passou a fazer exercícios e vendeu o carro, para se “auto-forçar” a caminhar.

Em menos de um ano, a escocesa de Inverclyde perdeu 19 quilos e mudou consideravelmente a silhueta.

Contente como o que via, a estetiscista postou no Facebook fotos de antes e depois do emagrecimento, mas acabou denunciada por “incentivar a nudez” na rede social. “Isso fez-me chorar. Como alguém pode dizer que eu estou a incentivar a nudez?”, lamentou a esteticista, de 33 anos, ao “Daily Mail”.

Alyson Larkin passou anos a consumir comida gordurosa e refrigerantes (pelo menos cinco latas de Coca Cola por dia) e a balança denunciou o estilo de vida nada saudável.

A incrível (mas verdadeira) história do serial killer que nunca matou ninguém

Sture Bergwall, anteriormente conhecido como Thomas Quick, no hospital psiquiátrico de Säter nos arredores de Estocolmo.
Sture Bergwall, anteriormente conhecido como Thomas Quick, no hospital psiquiátrico de Säter nos arredores de Estocolmo.

Quando ouvimos falar num serial killer, a primeira coisa que vem à cabeça é a ideia de uma pessoa que matou muita gente. A história, verdadeira, que vos trago a seguir vai deixar-vos intrigados. Afinal o personagem principal dela é um serial killer que, na verdade, nunca matou qualquer pessoa.

Nascido em 1950, também conhecido como Thomas Quick, o nosso “personagem” bizarro é ainda conhecido, pelo menos pela imprensa sueca, como Hannibal Lecter – um apelido que, convenhamos, não é dos melhores. Bergwall é considerado o serial killer mais famoso da Suécia, e foi obrigado a viver num hospital psiquiátrico a partir de 1991.

Condenado por oito homicídios, Bergwall já assumiu ser responsável por mais de 30 mortes: em julgamento, disse ter matado homens, mulheres, crianças e praticado atos de canibalismo e estupro. A verdade, porém, é que ele nunca fez nada disso.

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Filho de pais extremamente rigorosos, Bergwall cresceu num ambiente familiar hostil e sem a atenção devida. Aliado a isso está o fato de que, durante anos, foi obrigado a esconder o fato de ser homossexual para não arranjar ainda mais problemas em casa.

Na adolescência, Bergwall começou a usar anfetaminas. Daí para frente as coisas ficaram fora de controlo, e as primeiras acusações contra o jovem eram relativas abuso sexual e assalto – já que ele tentou roubar um banco usando uma roupa de Pai Natal.

Depois de ser internado pela primeira vez em um hospital psiquiátrico, Bergwall começou a planear uma maneira chocante de finalmente lhe darem atenção. Dedicado, ele gostava de passar oseu tempo livre numa biblioteca dentro do hospital, onde começou a pesquisar a respeito de assassinatos não resolvidos.

Sture Bergwall, anteriormente conhecido como Thomas Quick, no hospital psiquiátrico de Säter nos arredores de Estocolmo. Foto: Andy Hall para o Observer
Sture Bergwall, anteriormente conhecido como Thomas Quick, no hospital psiquiátrico de Säter nos arredores de Estocolmo. Foto: Andy Hall para o Observer

Com a ajuda de livros e recortes de jornais, Bergwall criou uma história digna de um argumento de filme de terror e decidiu dar-se como o culpado por todos aqueles crimes. A sua primeira atitude foi responsabilizar-se pelo assassinato de um menino de 11 anos, desaparecido na década de 80 e que nunca foi encontrado.

Na confissão, o “assassino” disse ter estuprado e estrangulado o garoto, além de ter comido os seus dedos e enterrado o corpo no meio deuma floresta. À medida que a imprensa começou a cobrir as declarações sombrias de Bergwall, ele empolgou-se e começou a responsabilizar-se por outros assassinatos não resolvidos. Graças às pesquisas que havia feito (nos livros e jornais na biblioteca), as suas declarações pareciam verdadeiras num primeiro momento, o que o levou a enganar jornalistas, policias e cidadãos de todo o país.

Condenado por oito crimes hediondos, Bergwall acabou por se tornar uma das pessoas mais famosas do seu país. Acontece que, no final das contas, todas as declarações feitas por ele não passavam de mentiras e, como toda mentira, tinham algumas lacunas e declarações que não batiam certo.

Ao confessar ser o responsável pelo homicídio de Therese Johannessen, uma menina de apenas nove anos, Bergwall disse que ela tinha cabelos louros quando, na verdade, ela era morena. Já sobre o assassinato de Yenon Levi, em 1988, ele apresentou versões diferentes relativamente à arma usada a 4 jornalistas diferentes. Os especialistas recolheram amostra de esperma no corpo de uma das suas “vítimas” e, depois de analisarem o material, descobriram que o DNA não era de Bergwall.

O “assassino” deu inclusive detalhes a respeito de onde havia enterrado as suas vítimas e mesmo as buscas mais profundas não encontraram qualquer vestígio que comprovasse o que Bergwall havia afirmado. As informações dadas por ele não batiam com as investigações policiais, ainda assim ele foi condenado por fazer tais confissões.

Intrigados com as declarações de Bergwall, que estava sob efeito de fortes medicamentos psiquiátricos, os médicos e a polícia decidiram cortar os remédios e ouvir novas declarações do jovem sem o efeito de qualquer droga. Sem os medicamentos, ele parou de prestar declarações malucas e de dizer que se chamava Thomas Quick.

O cineasta sueco Hannes Rastam interessou-se pelo caso e, graças às pesquisas que ele fez, a história foi ficando cada vez mais clara. Ele conseguiu provar que Bergwall não era culpado de nenhum dos oito crimes pelos quais havia sido condenado, o que ajudou a tirá-lo do hospital psiquiátrico em março de 2014, depois de 23 anos de internamento.

Açucar colocado diretamente nas feridas ajudar a curar mais rápido

Muito açúcar pode ser mau para a cintura, mas poderá ajudar os médicos a curar os doentes.
Uma nova pesquisa mostra que medicina popular de África pode ser a chave para o tratamento de feridas que desafiam a medicina moderna.
Um estudo descobriu que o açúcar granulado despejado diretamente numa ferida, úlceras da perna e até mesmo amputações promove a cura quando os antibióticos e outros tratamentos já falharam.
De acordo com o estudo, o açúcar extrai água da ferida para um penso acelararando assim o processo de cicatrização. O remédio tradicional foi sugerido por Moisés Murandu (à esquerda) para o tratamento de Alan Bayliss (à direita)
O estudo é liderado por Moisés Murandu, um professor de enfermagem em Wolverhampton University, que cresceu no Zimbabwe, onde o seu pai costumava colocar açúcar para curar feridas e reduzir a dor, quando ele era criança.
Um dos pacientes que recebeu o tratamento como parte da pesquisa é Alan Bayliss, de Birmingham, que estava a ser tratado na ala para amputados do Moseley Hall Hospital’s.
Devido a uma ulcera o paciente foi sujeito a amputação da perna direita e a uma operação à perna esquerda no Queen Elizabeth Hospital. Para a reabilitação ele foi transferido para Moseley Hall Hospital’s, onde foram usados os tratamentos normais mas as feridas não estavam a sarar tão rápido quanto era desejado. Foi então que entrou em cena o Enfermeiro Moisés Murandu que, usou acuçar para curar as feridas. Em duas semanas as feridas reduziram consideravelmente de tamanho.
Bayliss, o paciente, disse: “Foi revolucionário. A ferida real era muito profunda – era quase tão grande quanto o meu dedo “Quando o enfermeiro Moisés fez o primeiro curativo ele quase despejou um pote de açúcar, mas duas semanas depois ele só precisava usar 4 ou 5 colheres de chá. O “Tratamento do açucar” fez-me sentir muito melhor”
Até agora, 35 pacientes já receberam este tratamento, viram a sua condição melhorar, sem efeitos adversos relatados, em comparação com 16 pacientes que não têm o tratamento.
O tratamento funciona porque as bactérias precisam de água para crescer, a aplicação de açúcar numa ferida suga a água e as bactérias acabam por morrer impedindo assim, também, a sua multiplicação.
Via: DailyMail